Kleber Brasileiro

Kleber Brasileiro

Kleber Brasileiro – Residente e domiciliado na cidade de Santa Helena – PB, Sofri de epilepsia durante 30 anos, aos 32 anos quando ouvi pela rádio difusora de Cajazeiras uma entrevista do meu amigo João Hércules, decidi fazer a Cirurgia de Epilepsia no ano de 2007 no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto – SP, com Dr. Sakamoto e Veriano José. Depois da Cirurgia nunca mais senti uma crise epiléptica, e antes eu tinha de 6 a 7 ataques por semana tomando 10 comprimidos dia e hoje estou totalmente curado. Os interessados a saber mais informações  ligue para (83) 99843 – 1441 e falar comigo.

Um comentário em “Kleber Brasileiro

  • 8 de abril de 2019 em 11:01 am
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    A maior dor de um epiléptico é o preconceito da sociedade. Esse preconceito vem da família, de amigos, dos que te rodeiam no trabalho. Nunca tive problemas para estudar, ao contrário. Sempre tive ótima concentração. Fiz faculdade, tenho 2 pós graduações, uma especialização e estou iniciando meu mestrado. Porém, as crises nos deixam frustrados. Só um epiléptico sabe o que é estar bem e do nada ter uma crise. Logo que passei na prova da OAB, fui admitida em escritório como advogada e quando questionada sobre saúde cerca de 2 meses depois fui demitida, sob a alegação de que “epilepsia era coisa do demônio.” Vejam que absurdo. Por duas vezes perdi relacionamentos, pois as pessoas com as quais me envolvi achavam muito complicada e de grande responsabilidade estar ao lado de uma epiléptica. Muitas vezes sou taxada como se tivesse limitações, mas sinceramente? Não creio que as tenha, porque luto contra essa coisa. Com os anos notei que minha capacidade de concentração diminuiu bastante e tive um problema de ” perda de memórias antigas ” fiz um trabalho intenso de tratamento e tive alguma melhora. Não aceitei me entregar, me aposentar, como muitos diziam, afinal, o que seria de uma advogada sem memória não é? Tentei realizar a cirurgia em Recife e fiz todos os exames, mas não fui considerada apta. Hoje procuro estudar todos os dias para ter algo sobre meu trabalho recente. Sei que não durará muito, mas faço o necessário. Devemos chegar aos nossos limites para não sermos limitados.

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